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Vladmir Kush

Pra quem quer que se perca nesse blog:

Esses dias lembrei, não sei por que, de um comentário do Flávio Umaguma (sugiro o blog!) em algum lugar desse mundo, sobre as pinturas de Vladmir Kush. Ele passou o link, eu copiei e deixei murchando na gaveta. Era maracujá.

Por isso o tema alimentício…

(ps: Vladmir tem outras várias imagens que não de “comida”, todas excelentes, aliás! [algumas ainda melhores que essas que postei]).

Aki o link: http://www.vladimirkush.com/home.php


O Espírito da América Universal

El abrazo del amor universal..

3 atristas e o espírito da América universal

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◊ Frida Kahlo (1907 – 54): Mexicana, morou nos EUA, expôs suas obras na Europa. Conforme o filme feito sobre a vida da artista (direção Julie Taymor com Salma Hayek no papel da Pintora – 2002 – Excelente aliás), Diego Rivera, marido de Frida, disse: “eu pinto aquilo que vejo, você, aquilo que sente”. Suas pinturas intrincadas e cheias de significados individuais (auto-retratos são recorrentes) nos mostra uma crueza surreal, mesmo que a artista negue essa vertente.
◊ Merceses Sosa(1935): Cantora Argentina que carrega onde vai suas influências “andinas”. Mesmo se apresentando em vários países do mundol, manteve-se fiel a um enraizamento característico e natural. Mercedes não canta, luta a partir de suas músicas.
◊ Pablo Neruda (1904 – 73) dispensa comentários. É chileno de nascença, mas quem o obrigaria ao pertencimento de apenas um lugar? Poeta, cônsul, senador, político engajado. Viajou daqui pra lá, de lá pra cá, de acolá pra acoalí: Índia, Ceilão, Argentina, Espanha… Sua poesia reflete a dor do seu povo, a esperança e a verdade que nunca consegue ser jogada por baixo dos panos. Talvez o poeta “latino” (odeio esse termo mas vá lá) mais conceituado e conhecido mundialmente.

Fica então, o começo iexorável de Canto General de Neruda, a música Sólo le pido a Dios (León Gienco) interpretadada por Sosa e as belíssimas imagens dos retratos de Kahlo (a primeira é, para mim, especial. chama-se El abrazo del amor universal). Espero que gostem.

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Amor américa (1400)

Antes que la peluca y la casaca
Fueron los ríos, ríos arteriales:
Fueron las cordilleras en cuya onda raída
El cóndor o la neve parecían inmóviles:
Fue la humedád y la espesura, el trueno
Sin nombre, todavía, las pampas planetarias

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Considerações adicionais (pra quem quiser): Continue lendo


Swing Cowboy Bebop, Swing!

A abertura já é uma prévia pra quem gosta de boa música. Uma das várias prerrogativas pra “se deixar seduzir” por Cowboy Bebop é justamente seu Swing. Seja nas disputas frenéticas de Spike (o protagonista), nas insolúveis dúvidas existenciais de Feye ou na trinha sonora F***D**P*** da banda SEATBELTS (que, aliás, só existiu pra compor as músicas do anime).

É um animê que já vai lá com sua idade avançada. É velhiho sim. Mas não perde em nenhum momento a atualidade. Vai bem pois tem persoganes trabalhados, não cai em jargão pronto e leva o especador na curiosidade do começo ao fim da série. Lembro de ter assistido ele na LOCOMOTION que nem existe mais (deu lugar à atual ANIMAX). Esperava neurótico e contando as horas só pra ver o capítulo seguinte.

A seguir, um pouquinho da trilha. Inesquecível
(Ah! Se vc acha que é coisa pouca. Animezinho ralé qualquer. Dá uma olhada nesse site especializado – CLICK ON ME. DIACHO!) Continue lendo


Olhares

Outono das Sombras

Outono das Sombras

http://br.olhares.com/

http://br.olhares.com/

Há algum tempo penso em fazer um post apenas pra o site OLHARES. Existem muitas páginas sobre fotografia, que contém acervo fotográfico, que expõe o trabalho de fotógrafos e artistas visuais. Mas “olhares” tem um filtro que não sei explicar. Não é vulgar, não caiu no lixo da rede, não é gigantesco e por isso mantém uma bela singularidade. Uma bela e leve distinção que faz-nos passar horas a observar e a maravilhar-se com a arte da fotografia.
É um ótimo acervo. Vale a “pena negra” conferir.

http://br.olhares.com/

http://br.olhares.com/

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Propositalmente Explícita

O dia da criação nº 2

As cenas são de uma vulgaridade propositalmente explícta. A primeira mais que a segunda. O nome: O Dia da Criação. Óbvio que pretende uma afronta. Remete assim uma peculiaridade que apenas a um deus seria capaz: a inexistência do prévio, dos conceitos prontos,  das identidade feitas. Quando coloca o pensamento nesse sentido o autor se pergunta: Não seriam (ou não poderíam ser) esses seres – simplesmente – assim? Por que não?!

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