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EMO! Back Home!

Ha tempos não escrevo sobre música… Escolhi Yellowcard quase por acaso. Estava simplesmente passeando e escutando a música. Prestendo atenção na letra, coisa que a gente geralmente não faz…

YELLOWCARD – BACK HOME

O espírito dessa nossa época carrega um pouco disso: está vazio e frouxo, sem diagnósticos e sem cura, rodeado dos zeros e dúvidas ante o caminho pra casa que nem o sol da Califórnia pode amenizar; estupramos tão bem os anos oitenta e noventa que agora pousamos bêbados sobre o vácuo daquele gozo… Ah como eu gostava de Guns’n’Roses, Aerosmith, Pearl Jam, Nirvana (emos dos anos 80-90)… Bandas como Yellowcard, gostemos ou não, existem e expressam bem alguns não-sentidos dessa “juventude” atual. Falo algo apenas por mim (e nem sou assim tão jovem): é impossível escutar algumas letras e não pensar: “pqp! Não é que é verdade!”. Sei que tem um povinho que vive na época do Mazaropi, achando que escutar Metallica é ser ‘do contra’ e que RAUL realmente não MORREU…
Yellowcard, Good Charllote, New Found Glory, Fall out Boy, Simple Plan, My Chemical Romances, Panic at the Disco, 30 seconds to Mars… Algumas gosto mais, outra nem tanto. São pontas desse multifacetado Iceberg chamado Rock; têm lá sua relevâcia, seus méritos, seus dotes…

Aqui segue a letra da música em inglês. Continue lendo


Ascenção e a Queda dos Sugadores de Sangue

Vampiro

Gosto sempre quando o bom e o popular andam juntos numa relação de amor e ódio: como o canino que ataca e o pescoço que cede. Apesar dos olhares e do gosto mais “refinado” da literatura de cátedra, há muita coisa boa naquilo que realmente faz sucesso no sangue da literatura do “povão” (quando damos uma boa mordida) – se é que o povão brasileiro lê alguma porra.

A absurda realidade da literatura brasileira e principalmente dos leitores nacionais que em sua grande maioria só mordem mesmo os pescocinhos estranjeiros me leva irremediavelmente a essa busca mais sangrenta naquele campo. Por isso vou falar de ANNE RICE e de STEPHENIE MEYER.
1) ANNE: A muler-vampiro da Lousiana, adorada pelos góticos e ovacionada pelos coveiros de cemitério norte-americanos.
2) STHEFENI: A criadora de Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse.

Louis e Lestat (entrevista com o vampiro)

Louis e Lestat (entrevista com o vampiro)

A fantasia sempre expande a realidade e a alma dos vivente. É assim que satisfaz o ego curioso de nós, seres mundanos. Por isso, quando a fantasia nos morde, geralmente deixa transbordar um pouco do sangue que suga. Nos contorcemos e entrelaçamos com esse goz0. Então, a cada esquina começamos a nos deparar com o último por do sol, anjos de mármore que choram, seres de asas e pés descalços, demonios, anjos e vários, vários Vampiros. Continue lendo


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