Arquivo da tag: música

EMO! Back Home!

Ha tempos não escrevo sobre música… Escolhi Yellowcard quase por acaso. Estava simplesmente passeando e escutando a música. Prestendo atenção na letra, coisa que a gente geralmente não faz…

YELLOWCARD – BACK HOME

O espírito dessa nossa época carrega um pouco disso: está vazio e frouxo, sem diagnósticos e sem cura, rodeado dos zeros e dúvidas ante o caminho pra casa que nem o sol da Califórnia pode amenizar; estupramos tão bem os anos oitenta e noventa que agora pousamos bêbados sobre o vácuo daquele gozo… Ah como eu gostava de Guns’n’Roses, Aerosmith, Pearl Jam, Nirvana (emos dos anos 80-90)… Bandas como Yellowcard, gostemos ou não, existem e expressam bem alguns não-sentidos dessa “juventude” atual. Falo algo apenas por mim (e nem sou assim tão jovem): é impossível escutar algumas letras e não pensar: “pqp! Não é que é verdade!”. Sei que tem um povinho que vive na época do Mazaropi, achando que escutar Metallica é ser ‘do contra’ e que RAUL realmente não MORREU…
Yellowcard, Good Charllote, New Found Glory, Fall out Boy, Simple Plan, My Chemical Romances, Panic at the Disco, 30 seconds to Mars… Algumas gosto mais, outra nem tanto. São pontas desse multifacetado Iceberg chamado Rock; têm lá sua relevâcia, seus méritos, seus dotes…

Aqui segue a letra da música em inglês. Continue lendo

Anúncios

O Espírito da América Universal

El abrazo del amor universal..

3 atristas e o espírito da América universal

..

◊ Frida Kahlo (1907 – 54): Mexicana, morou nos EUA, expôs suas obras na Europa. Conforme o filme feito sobre a vida da artista (direção Julie Taymor com Salma Hayek no papel da Pintora – 2002 – Excelente aliás), Diego Rivera, marido de Frida, disse: “eu pinto aquilo que vejo, você, aquilo que sente”. Suas pinturas intrincadas e cheias de significados individuais (auto-retratos são recorrentes) nos mostra uma crueza surreal, mesmo que a artista negue essa vertente.
◊ Merceses Sosa(1935): Cantora Argentina que carrega onde vai suas influências “andinas”. Mesmo se apresentando em vários países do mundol, manteve-se fiel a um enraizamento característico e natural. Mercedes não canta, luta a partir de suas músicas.
◊ Pablo Neruda (1904 – 73) dispensa comentários. É chileno de nascença, mas quem o obrigaria ao pertencimento de apenas um lugar? Poeta, cônsul, senador, político engajado. Viajou daqui pra lá, de lá pra cá, de acolá pra acoalí: Índia, Ceilão, Argentina, Espanha… Sua poesia reflete a dor do seu povo, a esperança e a verdade que nunca consegue ser jogada por baixo dos panos. Talvez o poeta “latino” (odeio esse termo mas vá lá) mais conceituado e conhecido mundialmente.

Fica então, o começo iexorável de Canto General de Neruda, a música Sólo le pido a Dios (León Gienco) interpretadada por Sosa e as belíssimas imagens dos retratos de Kahlo (a primeira é, para mim, especial. chama-se El abrazo del amor universal). Espero que gostem.

..

..

Amor américa (1400)

Antes que la peluca y la casaca
Fueron los ríos, ríos arteriales:
Fueron las cordilleras en cuya onda raída
El cóndor o la neve parecían inmóviles:
Fue la humedád y la espesura, el trueno
Sin nombre, todavía, las pampas planetarias

.

..

Considerações adicionais (pra quem quiser): Continue lendo


Swing Cowboy Bebop, Swing!

A abertura já é uma prévia pra quem gosta de boa música. Uma das várias prerrogativas pra “se deixar seduzir” por Cowboy Bebop é justamente seu Swing. Seja nas disputas frenéticas de Spike (o protagonista), nas insolúveis dúvidas existenciais de Feye ou na trinha sonora F***D**P*** da banda SEATBELTS (que, aliás, só existiu pra compor as músicas do anime).

É um animê que já vai lá com sua idade avançada. É velhiho sim. Mas não perde em nenhum momento a atualidade. Vai bem pois tem persoganes trabalhados, não cai em jargão pronto e leva o especador na curiosidade do começo ao fim da série. Lembro de ter assistido ele na LOCOMOTION que nem existe mais (deu lugar à atual ANIMAX). Esperava neurótico e contando as horas só pra ver o capítulo seguinte.

A seguir, um pouquinho da trilha. Inesquecível
(Ah! Se vc acha que é coisa pouca. Animezinho ralé qualquer. Dá uma olhada nesse site especializado – CLICK ON ME. DIACHO!) Continue lendo


Rules and Rocks, before it roll…

Ou
Rock?

Nunca o Rock foi tão paradigmático e fantasmagórico como nesses dias. UUUUUU (som de fantasma). Talvez seja o próprio espírito moribundo da humanidade fedendo em seu túmulo além-céu! Ahiaheihaiehiua. Não!!! Não! de modo algum. As músicas que se produzem não são tão fétidas como a alma dos que a compõe. Só quererm parecer isso!

rock-and-roll

rock-and-roll

Continue lendo


%d blogueiros gostam disto: